A surfer from Noosa's sun drenched shores obsessed with the dark world of gothic horror, Jai Lee's personal struggles and addiction to noseriding have twisted his creativity. Words: Chris Preston Photos: Thomas Robinson (pp 1&3), Andy Staley (pp4)and Dane Peterson

Cyrus Sutton made an impression on the international film circuit with his 2003 breakthrough movie 'Riding Waves'. Now the EMMY award-winning documentary maker has turned his attention to the divergent surf scenes of Australia's Gold Coast and Byron Bay. Words: Tommy Leitch Photos: Courtesy of Cyrus Sutton

Chris Brunt chats to west Penwith's prodigal son and professional journeyman Sam Bleakley about his thirst for adventure and love of longboarding. [All photos by Chris Brunt.]

Ireland's fierce and unpredictable breaks have been valued by its home-grown big wave riders for some years now, but competition has been a long time coming. All that changed with the inaugral Mullaghmore Tow Session 2011. Conn Osborne got in harm's way to steal a photo essay.

Chris Preston interviews Sydney's Matt Chojnacki. His surfing may be heavily influenced by the glories of the past, but to tag him as just another retro dude is missing the mark. Words: Chris Preston. Photos: Matt Johnson / thesealife.com.au

A shaper with a real passion for his craft, Tyler Hatzikian has consistently refused to compromise the quality or the integrity of his work in order to make a quick buck. He talked to Drift about nose-riding, refining longboard design and his reluctance to take the limelight. Words & photos: Jamie Bott


O que é essencial para ti?

July 20, 2009 | Words By: Rui

es-cent-ial_by_night1O Carl é o responsável pela criação da Es-cent-ial. Tem sido um enorme prazer falar com ele e partilhar um pouco da sua paixão pelo surf. Nesta entrevista podemos saber um pouco sobre ele e sobre a Es-cent-ial. (Also available in English here).

Rui: Quando começou a tua relação com o surf?
Carl: A minha paixão pela água vem sendo induzida. Comecei a surfar quando tinha 18 anos e fiquei imediatamente viciado. A minha coisa favorita sobre o surf é que nunca sabes quando a próxima grande onda vem. Ela pode ser pequena a deslizar até á praia, ou um tubo numa onda maior. Ambas nos deixam ansiosos por mais.

Rui: Que pranchas usavas nessa altura?
Carl: A minha primeira prancha foi uma 9’0 Robert August Single fin, usada, feita á mão, com um pigmento azul. Eu não podia pedir uma prancha melhor, até que comprei a minha segunda prancha, uma 9’6 Takayama model T Singlefin!

me_turn1Rui: E agora, com o que surfas? O que mudou?
Carl: Eu tenho algumas pranchas. Predominantemente surfo com longboards singlefin. Tenho uma Mayo 9’6 pintail single fin para os dias maiores e uma 9’7 Bing glassed on singlefin ‘pig’ para os dias menores.

Rui: Porquê a industria dos fatos de surf?
Carl: Eu já trabalhei em muitas áreas diferentes relacionadas com o surf. Eu comecei por fazer pranchas na minha garagem e lentamente mudei para desenhar a minha própria linha de fatos. Os fatos são muito mais complexos que a maioria pensa. Na Es-cent-ial nós tentamos preencher um espaço. Esse espaço pode ser diferente de cliente para cliente. Felizmente o meu tio tem uma fábrica de fatos e licras. A companhia chama-se Ocean Tec e está focada em produzir para marcas privadas.

Rui: O que está por detrás da criação da Es-cent-ial?
Carl: O meu tio e eu juntámo-nos e decidimos oferecer um fato minimalista com toda a resistência. Nós queríamos muito poucos logótipos e designs simples mas usando apenas material de topo. Todos os nossos fatos são construídos com borracha Yamamoto e Velo (tecido capaz de reter o calor) no peito. A Es-cent-ial deve mostrar aos clientes e surfistas que a qualidade não precisa ter um custo extra.

me_and_faz1Rui: Pensas que o Mercado precisa de companhias como a Es-cent-ial focadas na qualidade e no cliente e não nos lucros?
Carl: A Es-cent-ial foca-se unicamente nas necessidades dos clientes e na qualidade dos seus produtos. Os lucros não são tudo. São a qualidade e a lealdade dos nossos clientes que vão conduzir a Es-cent-ial. As empresas hoje em dia dão muita atenção a diferentes causas. A Es-cent-ial usa materiais amigos do ambiente e queremos dar algo de volta aos surfistas. Nós queremos que os nossos clientes saibam que a sua lealdade e feedback vão moldar a Es-cent-ial como empresa.

Rui: A Es-cent-ial começou online e tem crescido rapidamente, chegando agora á Europa. A internet e os blogues são muito importantes hoje em dia não?
Carl: A Internet é uma poderosa ferramenta de marketing, especialmente no seio dos blogues. A Es-cent-ial é muito selectiva com a sua publicidade. A nossa mensagem tem de ser clara e tem de corresponder com a imagem que queremos passar. Os blogues têm-nos permitido passar essa visão aos nossos seguidores. Actualmente estamos a desenvolver o novo website que vai permitir aos nossos clientes manterem-se a par com os novos produtos, com arte e as aventuras.

Rui: A Es-cent-ial começou com apenas alguns modelos de fatos e agora já vai em acessórios e até mesmo T-shirts. O que vem a seguir?
Carl: Neste momento estamos a definir a linha de fatos masculinos e femininos. Isso inclui 5’4′s, 4/3, gorros, luvas e botas. Assim que a linha de fatos esteja em velocidade de cruzeiro queremos começar a oferecer alguns produtos essenciais para o surf como calções. Tal como os nossos fatos, os calções serão desenvolvidos com a função e minimalismo como base. Eu já coloquei alguns designs preliminares no blog. Estejam á vontade para comentar.

shop_night_shot1Rui: Es-cent-ial tem uma boa ligação com o Keith Novosel e a Almond surfboards. Isso também pode fazer a diferença?
Carl: Quando eu criei a Es-cent-ial, o Keith foi o único fotografo que contactei. Ele tem sido o motor por trás da criação da imagem da Es-cent-ial. As suas fotos fazem-nos querer surfar e explorar a próxima grande surfada. Há uma certa conexão entre as fotos do Keith e os surfistas. O Keith é um dos poucos que coloca alma e coração em melhorar a Es-cent-ial.
O Dave da Almond é um cliente da Es-cent-ial. A Es-cent-ial e a Almond têm algo em comum; ambos amamos o surf pela simplicidade e sensação de deslizar. Criámos uma edição limitada de fatos ‘Almond’ apenas pelo facto de acreditarmos na Almond e na mensagem que eles passam. Quando vemos fotos da loja dele, das pranchas que ele faz ou as roupas que desenha, nós sabemos que eles estão lá!

Rui: Vemos o mercado das pranchas alternativas a crescer muito actualmente. Qual é a tua opinião sobre isso? Apenas uma moda?
Carl: Eu gosto de tudo que te permita deslizar e sentir o poder da onda. Seja numa Fish 5’6 ou uma handplane! Eu pessoalmente adoro um longboard singlefin. Não há nada como percorrer a onda numa singlefin, Adoro!

es_cent_ial_skate-171Rui: Qual o futuro da Es-cent-ial?
Carl: O futuro da Es-cent-ial está em aberto e será determinado pelas pessoas que acreditam na sua simplicidade. Nós queremos apoiar surfistas e os seus sonhos em todos os aspectos da arte. Começou com fatos e quem sabe para onde iremos a seguir! Se não surfas, devias. Mas se decidires abrir a tua mente á experiência de surfar é essencial manteres-te aberto a todos os surfistas, estilos, pranchas e ondas. E só assim podes atingir o objectivo do surf, e nos esperamos que sim!



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